Você conta. Não configura.
Sem menu de configuração, sem escolher tipo de campo, sem consultor: a mesma explicação que você daria a um funcionário novo. O que faltar, ele pergunta.
Sem planilha por fora, sem sistema feito para outro ramo, sem esperar meses por uma customização. Você conta como a sua empresa trabalha — e o painel passa a ter as telas, a agenda, os funis e o atendimento desse negócio.
Tecnologias e parceiros
Todo sistema pronto pede que você trabalhe do jeito dele — e o que não encaixa acaba numa planilha por fora. Aqui é ao contrário: você diz o que a sua empresa anota e como, e a tela passa a existir, com lista, cadastro, funil e link para o cliente preencher.
| Cliente | Situação | Valor |
|---|---|---|
| Marina Alves | Enviado | R$ 2.480 |
| Clínica Nova | Negociando | R$ 7.190 |
| Pedro Nunes | Enviado | R$ 940 |
| Laura Dias | Aprovado | R$ 3.600 |
Sem menu de configuração, sem escolher tipo de campo, sem consultor: a mesma explicação que você daria a um funcionário novo. O que faltar, ele pergunta.
Não é um formulário guardado num canto — é o cadastro do seu negócio, com os campos que ele tem. Subtotal e total calculam sozinhos, então ninguém erra a conta às seis da tarde.
Busca, filtro, ordenação, exportar para Excel e editar direto na linha, sem abrir mais nada. O que alguém da equipe mudou aparece na sua tela na hora, sem recarregar.
O mesmo dado visto em colunas: enviado, em negociação, fechado. Arrastar o card muda o cadastro de verdade — não é um quadro paralelo que alguém precisa lembrar de atualizar.
Cada tela ganha um link com a sua cara, e você escolhe campo a campo o que aparece. O que chega já nasce no lugar certo, ligado à pessoa certa.
Todo negócio tem regras que a equipe sabe de cor — e que furam mesmo assim, porque dependem de alguém lembrar na hora certa. Aqui você diz a regra uma vez e ela para de depender de memória: o que não pode é recusado, venha de onde vier.
A agenda de cada profissional, a sala, a cadeira, a mesa. E a recusa chega como frase, já com o horário que sobrou — nunca um erro vermelho na cara de quem estava marcando.
"Cabem 150 pessoas" deixa de ser um combinado e vira um teto. Quando a última vaga sai, isso é um aviso: fecha a inscrição, chama a equipe ou abre a próxima data — sozinho.
Entrada e saída somam, e o estoque não fica negativo. Vale igual para vaga de turma, cupom por cliente e cota do mês — é a mesma regra com outro nome.
Não existe um lugar onde a regra vale e outro onde não vale. Quem responde o cliente lê a mesma agenda e a mesma tabela que você — e é por isso que não promete o que a casa não tem.
Mensagem parada é venda que vai para o concorrente — e ninguém consegue ficar plantado no WhatsApp o dia inteiro. WhatsApp, Instagram, e-mail e o chat do seu site chegam numa caixa só, e o atendimento fica de pé no horário que o cliente tem.
O horário que ele oferece é o que está livre na sua agenda; o preço é o da sua tabela. E quando não sabe, ele diz que não sabe — em vez de inventar para parecer prestativo.
Marcar pelo WhatsApp é marcar no seu sistema. Não tem exportação, integração nem alguém transcrevendo depois: é o mesmo cadastro, visto do outro lado.
Ele para e pergunta, com a dúvida escrita. Você responde de dentro do painel, ele volta para a conversa — e, se você quiser, da próxima vez já sabe sozinho.
Do que ele responde por conta própria ao que espera o seu OK. Dá para cochichar no meio da conversa, e o rascunho que ele escreve só sai quando uma pessoa manda.
Orçamento enviado e nunca cobrado. Cliente que sumiu e ninguém percebeu. Retorno, vencimento, aniversário. Não é falta de vontade — é que o dia acaba. Isto é a parte que deixa de depender de alguém lembrar.
Um cadastro criado ou alterado, um card que mudou de coluna, uma mensagem que chegou, a agenda que encheu, a hora marcada, um botão apertado na sua tela.
Manda mensagem, cria tarefa, preenche campo, etiqueta, passa para alguém, cobra, publica. E "para cada linha" transforma "avise os trinta pacientes de amanhã" numa regra só, em vez de trinta lembretes.
"O cliente ficou 30 minutos sem responder" também é um gatilho — e não dispara duas vezes pelo mesmo silêncio. Esperar dois dias vira uma linha na agenda, que qualquer pessoa vê e cancela.
"Reative os 42 orçamentos parados há mais de 15 dias" vira uma tarefa do agente: ele percorre a lista, decide um a um e depois conta o que fez — com cada passo à vista de quem quiser conferir.
Nada disto é um acessório que se compra depois. É o mesmo painel, em cima dos mesmos cadastros — e cada item aqui é uma coisa que hoje alguém faz na mão, ou não faz.
Escrito e publicado de dentro do painel, já com o chat, os formulários e o catálogo ligados. Sem orçamento de agência e sem esperar três semanas para trocar uma frase.
Um link com a sua cara para cada cadastro. O convite sabe de quem veio, então o que chega já nasce ligado à pessoa certa — ninguém transcreve nada.
Pergunte e o número ganha uma página, que fica. Você não monta relatório nem contrata BI: você pergunta.
A ficha do negócio, o que já foi combinado e o que se descobriu sobre cada cliente ficam na empresa. E nada entra na base sem alguém aprovar.
Um odontograma, um mapa de mesas, um painel de expedição. A tela é desenhada em cima dos seus próprios dados, e ocupa a página inteira.
Conjuntos de telas, funis e automações já pensados para o seu ramo. Aplicar acrescenta sem apagar o que existe, e ajustar depois é o caminho normal.
Por tela e por ação: o estagiário não abre contrato, o financeiro não mexe em prontuário. O convite leva a pessoa direto ao lugar dela, e o acesso de quem sai termina de verdade.
Cada atendimento e cada ferramenta tem preço em crédito, e a fatura mostra um por um. Sem aquela surpresa no fim do mês que ninguém sabe de onde veio.
O cliente manda áudio, ele ouve. Manda foto do documento, ele lê. E responde falando, se você preferir — com a voz que você escolher.
Ele procura na internet e volta dizendo de onde tirou cada coisa. O que não conseguiu confirmar fica como pergunta em aberto, não vira fato.
Importação de planilha linha a linha, com as mesmas regras valendo: o que não passa é recusado com o motivo, na sua frente, e o resto entra.
Franquias e filiais em espaços separados, cada uma com os seus dados e a estrutura copiada da matriz — e a conta toda num lugar só.
O que é de uma empresa não alcança outra. Não é uma opção que alguém pode desmarcar sem querer: é como o banco de dados está construído.
Cada atendimento guarda o que foi consultado, o que foi respondido e quanto custou. Quando alguma coisa sair torta, dá para abrir e ver onde foi.
O que o agente descobre sobre a sua empresa vira sugestão, não verdade. Quem aprova é uma pessoa, e a recusa fica registrada com o motivo.
Telas, dados de exemplo e configuração entram juntos e voltam juntos — com limites honestos para o que já saiu pela porta e virou mensagem no telefone de alguém.
O que é "consulta" numa clínica e "pedido" numa loja é o que você descreveu — nunca uma palavra presa no código. Estes são só os caminhos mais andados.
A conta nova já nasce com o chat do site no ar: em poucos minutos você conversa com o seu atendimento do mesmo jeito que um cliente conversaria.